• 25/07/2018 10:16:19

    Plastivida aborda reciclagem na Carnavália 2018


    A Plastivida, por meio de seu Comitê do EPS, vai participar da Carnavália-Sambacon 2018, maior evento de cultura e negócios do Carnaval, voltado para profissionais e fornecedores do setor carnavalesco. A feira será realizada entre os dias 26 e 28 de julho, no Centro de Convenções Sulamérica, no Rio de Janeiro.
    O objetivo é divulgar que o EPS, conhecido pela marca comercial Isopor?, é um plástico, é 100% reciclável, e fomentar as boas práticas de coleta seletiva e de reciclagem no período de Carnaval.
    Para tanto, a entidade vai apresentar no evento uma degasadora para demonstrar como é o processo de preparação do EPS para a reciclagem. O Isopor possui, em sua composição, cerca de 98% de ar e 2% de resina plástica. Para que o processo de reciclagem possa ser realizado, é necessária a retirada desse ar de dentro da resina, processo que será apresentado durante o evento.

    Reciclado, o EPS se transforma em diversos produtos como argamassa, decks de piscina, concreto leve, molduras de quadros, rodapés, calçados, material de escritório, embalagens para a proteção de objetos, entre outros. Amostras desses produtos estarão expostas durante o evento.
    No estande do Comitê do EPS da Plastivida, os visitantes também poderão encaminhar o seu Isopor? para a reciclagem. Um Ponto de Entrega Voluntária (PEV) estará instalado para coletar o EPS utilizado ou levado ao evento e, dali, o encaminhar para a reciclagem.

    Para Ivam Michaltchuk, coordenador do Comitê do EPS da Plastivida, fomentar as boas práticas de consumo e pós-consumo em segmentos que usam amplamente o EPS, como é o Carnaval, é de grande importância. "A reciclagem dos plásticos, entre eles o EPS é uma realidade no Brasil que gera emprego e renda, além dos benefícios ambientais e por isso a participação de todos é fundamental para o crescimento dessa atividade", afirma o executivo.

    Desenvolvimento e sustentabilidade - Por sua leveza, resistência, isolamento térmico, inodoro, inerte e atóxico, o Isopor? é utilizado em diversos setores da economia, como a construção civil, de embalagens, automotivo, arquitetura e decoração, esportivo, entre outros, oferecendo desenvolvimento e competitividade. Funciona como isolante acústico em construções, como material para construção de lajes, telhas, forros, paredes, blocos para estabilização de solos, pisos e molduras.

    Na área automotiva, o EPS contribui na redução do peso total dos automóveis, fazendo com que esses veículos consumam menos combustíveis e, consequentemente, reduzam a emissão de gases poluentes. Na distribuição de produtos, esse tipo de material possui a função de evitar que objetos frágeis sofram algum tipo de dano durante o processo de envio do produto de um ponto a outro.

    Já no setor de alimentos, estudos comprovam a eficiência e segurança do uso do EPS. Ele está presente no acondicionamento e transporte seguro de produtos perecíveis, como mantimentos, vacinas e medicamentos (por sua capacidade de absorver choques e evitar danos), na manutenção da temperatura de bebidas e alimentos quentes, nas embalagens de alimentos em supermercados e lanchonetes, entre outros. Depois de consumido, o destino adequado para o EPS é a reciclagem, que além de reduzir a quantidade resíduos em aterros sanitários, aumenta a vida útil do produto, gera emprego e renda.

    Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, explica que no Brasil, são reciclados anualmente, em média, 30% do EPS pós-consumo. Esse índice tem potencial de crescimento com o fomento das boas práticas de coleta seletiva. "A questão precisa ser olhada por todos, sociedade e poder público, pois somente com melhorias na gestão dos resíduos é que seguiremos efetivamente no rumo da sustentabilidade", afirma o executivo.

     

     

    Fonte: Plástico Sul




  • 25/07/2018 10:11:09

    Plastivida e CETEA ITAL lançam livro


    A Plastivida, por meio de seu Comitê do EPS, juntamente com o Centro de Tecnologia de Embalagem – CETEA, do Instituto de Tecnologia de Alimentos – ITAL, lançaram o livro “PS, XPS E EPS para Contato com Alimentos” (60 págs.), baseado em relatório que confirma que as embalagens desses materiais (conhecidos pela marca Isopor) são seguras para uso em contato com alimentos, sejam eles frios, quentes, sólidos ou líquidos.

    Trata-se de materiais plásticos que, além de serem 100% recicláveis, são inertes, atóxicos, não contêm os gases CFC e/ou HCFC, não contaminam a água, ar e solo, não causam danos à camada de ozônio e nem contribuem para a formação de gases do efeito estufa ao serem descartados.

    Para chegar a essas conclusões, o documento reuniu informações técnicas sobre os produtos, os processos de fabricação das embalagens, seus efeitos durante o uso (aquecer, resfriar, transportar), as legislações vigentes no Brasil, Mercosul, Estados Unidos e União Europeia, além das questões ambientais.

    A Engenheira de Alimentos, Mestre em Tecnologia de Alimentos na área de concentração de Embalagem e especialista em embalagens plásticas, Eloísa Elena Corrêa Garcia, do CETEA/ITAL uma das responsáveis técnicas pela obra, afirma que se trata de um retrato sobre PS, XPS e EPS que vai além da questão do contato com o alimento.

    “O estudo realizado mostra características e vantagens dos produtos que beneficiam o meio ambiente, a economia e o bem-estar das pessoas, o que o categoriza como um produto muito importante para a sociedade, comenta Eloísa.

    O presidente da Plastivida, Miguel Bahiense explica a importância desse livro no esclarecimento de questões sobre as embalagens: “somente por meio da informação científica é que a sociedade pode estabelecer critérios realmente confiáveis na escolha do produto para seu cotidiano e é esse o trabalho que fazemos, na disseminação de informações fundamentais para que os plásticos possam ser consumidos e descartados da melhor maneira”, completa o executivo.

    A primeira edição do “PS, XPS E EPS para Contato com Alimentos” conta com 1.500 exemplares e está disponível gratuitamente para download no site da Plastivida.





    Fonte: ABRE
     




  • 25/07/2018 09:53:24

    Setor prevê crescimento de 2,96% em 2018



    A ABRE – Associação Brasileira de Embalagem, anunciou na última quarta-feira os resultados do “Estudo Macroeconômico da Embalagem ABRE/FGV: retrospecto de 2017 e perspectivas para 2018”. Com volume bruto de produção fechado em R$ 71,50 bilhões, o setor apresentou crescimento de 1,96% na produção física de embalagem no ano de 2017 em relação a 2016 e prevê para o ano de 2018 um crescimento maior calcado na recuperação dos indicadores de consumo, comércio, serviços e industrial. Os números são tradicionalmente apurados pela ABRE há 21 anos, sob a chancela do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV).

    Na opinião de Paulo Picchetti, Economista responsável pelo estudo, os números refletem o cenário de retomada da economia brasileira. “Nesse contexto, podemos perceber um clima mais positivo entre os empresários que se mostram mais dispostos a investir em seu parque tecnológico e também na contratação de pessoal”, analisa o Economista.

    Aliás, isso já se reflete na geração de empregos no setor de embalagem. Em relação a empregos diretos e formais, a posição em dezembro de 2017 ficou em 218.146 profissionais com carteira assinada, apontando um crescimento de 1,12% em relação a 2016.

    Das 5 classes de embalagem, 4 registraram crescimento em 2017. O desempenho de cada setor está diretamente atrelado ao desempenho dos mercados a que atende prioritariamente, variando entre produtos de consumo não duráveis, de rápido consumo, até segmentos de produtos duráveis, como eletroeletrônicos ou mesmo da construção civil.

    Na opinião de Paulo Picchetti, Economista responsável pelo estudo, os números refletem o cenário de retomada da economia brasileira. “Nesse contexto, podemos perceber um clima mais positivo entre os empresários que se mostram mais dispostos a investir em seu parque tecnológico e também na contratação de pessoal”, analisa o Economista.

    Aliás, isso já se reflete na geração de empregos no setor de embalagem. Em relação a empregos diretos e formais, a posição em dezembro de 2017 ficou em 218.146 profissionais com carteira assinada, apontando um crescimento de 1,12% em relação a 2016.

    Das 5 classes de embalagem, 4 registraram crescimento em 2017. O desempenho de cada setor está diretamente atrelado ao desempenho dos mercados a que atende prioritariamente, variando entre produtos de consumo não duráveis, de rápido consumo, até segmentos de produtos duráveis, como eletroeletrônicos ou mesmo da construção civil.

    O crescimento no número de empregos diretos e formais contribui para o entendimento de uma recuperação da economia brasileira.

    De acordo com Gisela Schulzinger, Presidente da ABRE, o estudo é um balizador para o mercado de embalagem. “Nosso objetivo é oferecer ao setor um termômetro do segmento e indicar um norte para ações da indústria”, comenta. “Estamos presenciando o aumento do consumo das famílias e o aumento da confiança em relação ao país sendo, portanto, um importante momento para buscar novas oportunidades. O período de crise que vivemos até o ano passado também deixou um legado positivo que se traduz em novos aprendizados como mais eficiência operacional, a busca por desenvolver novas funcionalidades e a exploração de nichos do mercado que entreguem maior valor para o consumidor”, destaca Gisela.

    As principais indústrias de bens de consumo também apresentaram crescimento o que reflete a recuperação, ainda que lenta, da economia do país.





    Fonte: ABRE
     




  • 12/06/2017 11:09:04

    Segurança do EPS para o contato com alimentos


    O Relatório Técnico, desenvolvido pelo Centro de Tecnologia de Embalagem – CETEA do Instituto de Tecnologia de Alimentos – ITAL, tem o objetivo de esclarecer e reforçar as informações acerca do EPS (no Brasil conhecido como Isopor?*), com foco em segurança de alimentos, para a população em geral e, principalmente, para os profissionais da área de saúde, tais como médicos (endocrinologistas, pediatras etc), toxicologistas, nutricionistas e nutrólogos.

    O estudo solicitado pelo Comitê de EPS da Plastivida ao Cetea/Ital reúne embasamento técnico que abrange, desde a estrutura da matéria-prima, os processos para a fabricação de embalagens, as propriedades das embalagens, o efeito da temperatura sobre o produto (quente ou frio), as legislações vigentes no Brasil, Mercosul, Estados Unidos e União Europeia, incluindo também questões  ambientais.

    O relatório ressalta as propriedades e características das embalagens de EPS, tais como leveza, versatilidade, o fato de não serem abrasivas e de apresentarem excelente capacidade de isolamento térmico e resistência ao impacto, o que promove benefícios como a proteção, a preservação da qualidade e a maior durabilidade dos produtos embalados.

    Observou que, por suas características físicas e químicas, o EPS traz benefícios quando aplicado ao segmento de produtos farmacêuticos, médico-veterinários e vacinas, além de alimentos, contribuindo para a proteção física dos medicamentos e produtos embalados e para redução de custos.

    O documento reafirma que o EPS é inerte, extremamente leve , não contém CFC e HCFC, não contamina a água, ar e solo, não causa danos à camada de ozônio e nem contribui para formação de gases do efeito estufa na disposição final.

    Segurança de alimentos – O trabalho do CETEA/ ITAL relata que a aprovação de todos os materiais, inclusive os plásticos, para contato com alimentos é feita com base na avaliação do risco da substância e da exposição da população a ela. A segurança de cada substância é garantida pela sua presença em Listas Positivas, uma vez que, para estar listada, a substância já foi avaliada e considerada segura do ponto de vista toxicológico. No Brasil, o tema é regulamentado pela ANVISA por meio das Resoluções 105/99, RDC 56/2012 e RDC 17/2008 harmonizada para o Mercosul e, em linha com as diretrizes internacionais para o setor.

    Constatou-se que o EPS é seguro e, portanto, autorizado para o uso em contato direto com alimentos pelas legislações específicas do Brasil, Mercosul, União Europeia e Estados Unidos e consta nas Listas Positivas geradas por esses órgãos, desenvolvidas a partir de estudos científicos e toxicológicos, garantindo assim a segurança à saúde humana.

    O relatório explica a importância dos dados sobre o potencial de migração de substâncias químicas dos materiais de embalagem para alimentos e bebidas. Ensaios de migração simulam as condições de contato, por exemplo, o uso com bebidas quentes, geladas, alcoólicas, produtos refrigerados e produtos gordurosos, e assim confirmam a adequação e segurança da aplicação. O trabalho esclarece, inclusive, o efeito da temperatura no potencial de migração, em situações de aquecimento em forno de micro-ondas e o congelamento de alimentos para comentar sobre a segurança do EPS. Desta forma, conclui que artigos de EPS que atendem aos requisitos da legislação não oferecem qualquer risco para aplicações em contato com alimentos.

    Questões ambientais – Por fim, o relatório contempla a contribuição do EPS para o meio ambiente. Isso porque o produto propicia a redução de perdas de alimentos, promove a conservação e contribui no transporte de vacinas e de produtos farmacêuticos e médico hospitalares e a proteção de bens duráveis como eletrodomésticos e eletroeletrônicos, a redução de emissões de CO2 no transporte, em função da leveza, entre outras. O trabalho conclui que esses pontos se traduzem em economia e na minimização dos impactos ambientais associados a essas cadeias produtivas.

    O estudo também comenta aspectos ambientais da destinação do EPS pós-consumo que, por ser um plástico 100% reciclável, deve ser descartado corretamente pelos consumidores e destinado à reciclagem para voltar à condição de matéria-prima para novos ciclos produtivos, evitando assim as emissões e os consumos relativos ao processo de extração e beneficiamento dos recursos naturais e da produção do material para um novo uso.

    A Engenheira de Alimentos, Mestre em Tecnologia de Alimentos na área de concentração de Embalagem e especialista em embalagens plásticas, Eloísa Elena Corrêa Garcia, uma das responsáveis técnicas pelo relatório, afirma que esse documento é um retrato sobre o EPS que vai além da questão sobre o contato com o alimento. “O estudo realizado mostra características e vantagens do produto que beneficiam o meio ambiente, a economia e o bem-estar das pessoas, o que o categoriza como um produto muito importante para a sociedade ”, comenta.

     Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, afirma que esse estudo é de fundamental importância para desmistificar uma série de questões e atestar a segurança do material. “Este é o Estudo mais completo que já se fez no Brasil sobre o EPS e as temáticas propostas. Decidimos realizá-lo porque somente por meio da informação científica que a sociedade pode estabelecer critérios realmente confiáveis na escolha do melhor produto para seu cotidiano e é esse o trabalho que fazemos, na disseminação de informações fundamentais para que os plásticos possam ser consumidos e descartados da melhor maneira”, completa o executivo.

     

    Fonte: Revista Embalagem & Tecnologia

     




  • 05/04/2016 09:58:14

    Plastivida cria Comitê para promover o EPS


    Com o intuito de promover as características, propriedades, benefícios, aplicações, além do uso responsável, descarte correto e reciclagem do EPS, popularmente conhecido pela marca Isopor, a Plastivida criou o Comitê de EPS.

    O Comitê abrange fabricantes de matéria-prima, transformadores e recicladores e é composto, até o momento, pelas empresas Copobras, Dart, Fibraform, Meiwa, Santa Luzia, Spumapac, Termotécnica e Videolar-Innova, que se encontram regularmente para definir ações de promoção, esclarecimentos e blindagem da imagem do produto.

    Tais ações vão desde o acompanhamento legislativo de projetos de lei, passando pelo relacionamento com a sociedade em eventos, palestras, workshops, feiras etc., até a ação com a imprensa, nacional e internacional, sempre evidenciando as qualidades do EPS em suas mais diversas aplicações e destacando a sua reciclabilidade.

    Segundo Miguel Bahiense, Presidente da Plastivida, somente a partir da divulgação de informações técnicas e corretas sobre o produto, suas características e os benefícios socioambientais que promove, é que a relação da sociedade com o EPS pode se tornar cada dia mais harmoniosa. “Quando as pessoas tomam conhecimento dos benefícios do EPS para o desenvolvimento e para o meio ambiente, assim como quando conhecem o processo de reciclagem desse produto, elas passam a evitar o desperdício, reutilizar e descartar corretamente”, afirma o executivo. E completa: “o engajamento das empresas a este Comitê é de suma importância para que esse trabalho ganhe cada vez mais abrangência”.

    O Comitê de EPS está aberto à participação de todas as empresas do segmento, para que juntos possam atuar no sentido de promover e defender o setor como um todo, levando aos diferentes atores da sociedade a clareza necessária sobre EPS.

     

     

    Fonte: Plastivida




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