• 18/10/2018 10:02:02

    Embalagens plásticas e o resíduo sólido urbano


    A idéia de que as embalagens plásticas contribuem para a redução dos resíduos sólidos urbanos pode parecer contraditória quando se fala em aquecimento da economia de um país ou região. Certamente é o que pensa o grande público. No entanto, de acordo com estudo científico divulgado pelo Earth Engineering Center do City College of New York (EEC|CCNY), os plásticos são responsáveis pelo declínio das taxas destes resíduos, mesmo com o aumento da renda per capita e do consumo.

    O estudo americano mostra que devido ao uso dos plásticos, a taxa de geração de resíduos sólidos parou de crescer na mesma proporção do crescimento econômico nos Estados Unidos. Desta forma, se observou que a geração de lixo começou a desacelerar no final dos anos 90, com a consolidação de produtos fabricados com plásticos em substituição a outras matérias-primas, iniciando, assim, um processo chamado por especialistas de “desacoplamento” do desenvolvimento econômico versus o aumento da geração de lixo. O mesmo estudo mostra que, desde 2010, a quantidade de resíduos produzidos nos EUA começou a cair, apesar do aumento contínuo no gasto dos consumidores. Segundo os autores do estudo, uma das principais razões para esse movimento é o aumento do uso de plásticos nas embalagens.

    De acordo com o Diretor e Ph.D da EEC/CCNY, Marco J. Castaldi, sua equipe sabia que a quantidade total de plásticos no fluxo dos resíduos sólidos urbanos, de fato, aumentou substancialmente até meados dos anos 90, o que era esperado, pois os plásticos substituíram outras matérias primas como vidro, papel, papelão e metais, em diversos produtos de consumo. Porém, o estudo evidenciou um grande benefício do uso dos plásticos em substituição a estes materiais a partir do final dos anos 90: a redução da taxa de geração de resíduos sólidos, não só em peso, mas também em volume, evidenciando o “desacoplamento”.

    Nos diversos cenários avaliados no estudo da EEC/CCNY, os plásticos foram substituídos por outros materiais, possibilitando, assim, a medição do impacto potencial dos plásticos e de seus sucedâneos na geração total de resíduos no país. Em média, produtos feitos com matérias-primas alternativas, utilizam 3,2 vezes mais materiais do que quando fabricados com plásticos. Em outra análise, se comparou especificamente embalagens. Os resultados mostram que quando são feitas com outras matérias-primas, elas consomem 4,5 vezes mais materiais do quando são feitas com plásticos. Estes números têm claro efeito na redução da geração de resíduos sólidos urbanos quando se utiliza plásticos, tanto em peso quanto em volume.

    De acordo com Miguel Bahiense, presidente da Plastivida Instituto Socioambiental dos Plásticos, o estudo reforça a importância dos plásticos para a sociedade, não só pelas suas qualidades e eficiência, mas, acima de tudo, por ser a alternativa mais sustentável em todo o seu ciclo de vida, desde o menor consumo de matérias primas para produção, mas, agora comprovadamente, por ser o insumo que gera menos resíduos sólidos urbanos. “A indústria vem trabalhando intensamente de forma responsável e transparente, além de seus limites produtivos, para mostrar à sociedade todos os benefícios e valores do plástico. Embora estes resultados quebrem paradigmas e atestem mais esta vantagem dos plásticos, continuamos focados na atuação pela educação ambiental, através do seu consumo consciente, descarte correto e reciclagem”, afirma Bahiense.

     Para efeito de comparação, um outro estudo realizado pela American Chemistry Council (ACC) comparou 2 mil sacolas plásticas, que pesam, em média, 13,6 quilos com a mesma quantidade de sacos de papel, que pesam 127 quilos. Dessa forma, concluiu-se que para cada sete caminhões que transportam sacos de papel, apenas um caminhão é necessário para transportar a mesma quantidade de sacolas plásticas. Já no campo da reciclagem, o estudo mostrou que para se reciclar a mesma quantidade de papel e plástico, neste caso se consome 91% a menos de energia, além de gerar 80% menos resíduos do que na reciclagem de sacos de papel.

    “O setor plástico sempre acreditou na eficiência e sustentabilidade dos seus produtos e os resultados destes estudos mostram, mais uma vez, que os plásticos contribuem para a preservação do meio ambiente e qualidade de vida das pessoas”, finaliza Bahiense.

     

    Fonte: Jornal do Plástico Online




  • 25/07/2018 10:16:19

    Plastivida aborda reciclagem na Carnavália 2018


    A Plastivida, por meio de seu Comitê do EPS, vai participar da Carnavália-Sambacon 2018, maior evento de cultura e negócios do Carnaval, voltado para profissionais e fornecedores do setor carnavalesco. A feira será realizada entre os dias 26 e 28 de julho, no Centro de Convenções Sulamérica, no Rio de Janeiro.
    O objetivo é divulgar que o EPS, conhecido pela marca comercial Isopor?, é um plástico, é 100% reciclável, e fomentar as boas práticas de coleta seletiva e de reciclagem no período de Carnaval.
    Para tanto, a entidade vai apresentar no evento uma degasadora para demonstrar como é o processo de preparação do EPS para a reciclagem. O Isopor possui, em sua composição, cerca de 98% de ar e 2% de resina plástica. Para que o processo de reciclagem possa ser realizado, é necessária a retirada desse ar de dentro da resina, processo que será apresentado durante o evento.

    Reciclado, o EPS se transforma em diversos produtos como argamassa, decks de piscina, concreto leve, molduras de quadros, rodapés, calçados, material de escritório, embalagens para a proteção de objetos, entre outros. Amostras desses produtos estarão expostas durante o evento.
    No estande do Comitê do EPS da Plastivida, os visitantes também poderão encaminhar o seu Isopor? para a reciclagem. Um Ponto de Entrega Voluntária (PEV) estará instalado para coletar o EPS utilizado ou levado ao evento e, dali, o encaminhar para a reciclagem.

    Para Ivam Michaltchuk, coordenador do Comitê do EPS da Plastivida, fomentar as boas práticas de consumo e pós-consumo em segmentos que usam amplamente o EPS, como é o Carnaval, é de grande importância. "A reciclagem dos plásticos, entre eles o EPS é uma realidade no Brasil que gera emprego e renda, além dos benefícios ambientais e por isso a participação de todos é fundamental para o crescimento dessa atividade", afirma o executivo.

    Desenvolvimento e sustentabilidade - Por sua leveza, resistência, isolamento térmico, inodoro, inerte e atóxico, o Isopor? é utilizado em diversos setores da economia, como a construção civil, de embalagens, automotivo, arquitetura e decoração, esportivo, entre outros, oferecendo desenvolvimento e competitividade. Funciona como isolante acústico em construções, como material para construção de lajes, telhas, forros, paredes, blocos para estabilização de solos, pisos e molduras.

    Na área automotiva, o EPS contribui na redução do peso total dos automóveis, fazendo com que esses veículos consumam menos combustíveis e, consequentemente, reduzam a emissão de gases poluentes. Na distribuição de produtos, esse tipo de material possui a função de evitar que objetos frágeis sofram algum tipo de dano durante o processo de envio do produto de um ponto a outro.

    Já no setor de alimentos, estudos comprovam a eficiência e segurança do uso do EPS. Ele está presente no acondicionamento e transporte seguro de produtos perecíveis, como mantimentos, vacinas e medicamentos (por sua capacidade de absorver choques e evitar danos), na manutenção da temperatura de bebidas e alimentos quentes, nas embalagens de alimentos em supermercados e lanchonetes, entre outros. Depois de consumido, o destino adequado para o EPS é a reciclagem, que além de reduzir a quantidade resíduos em aterros sanitários, aumenta a vida útil do produto, gera emprego e renda.

    Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, explica que no Brasil, são reciclados anualmente, em média, 30% do EPS pós-consumo. Esse índice tem potencial de crescimento com o fomento das boas práticas de coleta seletiva. "A questão precisa ser olhada por todos, sociedade e poder público, pois somente com melhorias na gestão dos resíduos é que seguiremos efetivamente no rumo da sustentabilidade", afirma o executivo.

     

     

    Fonte: Plástico Sul




  • 25/07/2018 10:11:09

    Plastivida e CETEA ITAL lançam livro


    A Plastivida, por meio de seu Comitê do EPS, juntamente com o Centro de Tecnologia de Embalagem – CETEA, do Instituto de Tecnologia de Alimentos – ITAL, lançaram o livro “PS, XPS E EPS para Contato com Alimentos” (60 págs.), baseado em relatório que confirma que as embalagens desses materiais (conhecidos pela marca Isopor) são seguras para uso em contato com alimentos, sejam eles frios, quentes, sólidos ou líquidos.

    Trata-se de materiais plásticos que, além de serem 100% recicláveis, são inertes, atóxicos, não contêm os gases CFC e/ou HCFC, não contaminam a água, ar e solo, não causam danos à camada de ozônio e nem contribuem para a formação de gases do efeito estufa ao serem descartados.

    Para chegar a essas conclusões, o documento reuniu informações técnicas sobre os produtos, os processos de fabricação das embalagens, seus efeitos durante o uso (aquecer, resfriar, transportar), as legislações vigentes no Brasil, Mercosul, Estados Unidos e União Europeia, além das questões ambientais.

    A Engenheira de Alimentos, Mestre em Tecnologia de Alimentos na área de concentração de Embalagem e especialista em embalagens plásticas, Eloísa Elena Corrêa Garcia, do CETEA/ITAL uma das responsáveis técnicas pela obra, afirma que se trata de um retrato sobre PS, XPS e EPS que vai além da questão do contato com o alimento.

    “O estudo realizado mostra características e vantagens dos produtos que beneficiam o meio ambiente, a economia e o bem-estar das pessoas, o que o categoriza como um produto muito importante para a sociedade, comenta Eloísa.

    O presidente da Plastivida, Miguel Bahiense explica a importância desse livro no esclarecimento de questões sobre as embalagens: “somente por meio da informação científica é que a sociedade pode estabelecer critérios realmente confiáveis na escolha do produto para seu cotidiano e é esse o trabalho que fazemos, na disseminação de informações fundamentais para que os plásticos possam ser consumidos e descartados da melhor maneira”, completa o executivo.

    A primeira edição do “PS, XPS E EPS para Contato com Alimentos” conta com 1.500 exemplares e está disponível gratuitamente para download no site da Plastivida.





    Fonte: ABRE
     




  • 25/07/2018 09:53:24

    Setor prevê crescimento de 2,96% em 2018



    A ABRE – Associação Brasileira de Embalagem, anunciou na última quarta-feira os resultados do “Estudo Macroeconômico da Embalagem ABRE/FGV: retrospecto de 2017 e perspectivas para 2018”. Com volume bruto de produção fechado em R$ 71,50 bilhões, o setor apresentou crescimento de 1,96% na produção física de embalagem no ano de 2017 em relação a 2016 e prevê para o ano de 2018 um crescimento maior calcado na recuperação dos indicadores de consumo, comércio, serviços e industrial. Os números são tradicionalmente apurados pela ABRE há 21 anos, sob a chancela do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV).

    Na opinião de Paulo Picchetti, Economista responsável pelo estudo, os números refletem o cenário de retomada da economia brasileira. “Nesse contexto, podemos perceber um clima mais positivo entre os empresários que se mostram mais dispostos a investir em seu parque tecnológico e também na contratação de pessoal”, analisa o Economista.

    Aliás, isso já se reflete na geração de empregos no setor de embalagem. Em relação a empregos diretos e formais, a posição em dezembro de 2017 ficou em 218.146 profissionais com carteira assinada, apontando um crescimento de 1,12% em relação a 2016.

    Das 5 classes de embalagem, 4 registraram crescimento em 2017. O desempenho de cada setor está diretamente atrelado ao desempenho dos mercados a que atende prioritariamente, variando entre produtos de consumo não duráveis, de rápido consumo, até segmentos de produtos duráveis, como eletroeletrônicos ou mesmo da construção civil.

    Na opinião de Paulo Picchetti, Economista responsável pelo estudo, os números refletem o cenário de retomada da economia brasileira. “Nesse contexto, podemos perceber um clima mais positivo entre os empresários que se mostram mais dispostos a investir em seu parque tecnológico e também na contratação de pessoal”, analisa o Economista.

    Aliás, isso já se reflete na geração de empregos no setor de embalagem. Em relação a empregos diretos e formais, a posição em dezembro de 2017 ficou em 218.146 profissionais com carteira assinada, apontando um crescimento de 1,12% em relação a 2016.

    Das 5 classes de embalagem, 4 registraram crescimento em 2017. O desempenho de cada setor está diretamente atrelado ao desempenho dos mercados a que atende prioritariamente, variando entre produtos de consumo não duráveis, de rápido consumo, até segmentos de produtos duráveis, como eletroeletrônicos ou mesmo da construção civil.

    O crescimento no número de empregos diretos e formais contribui para o entendimento de uma recuperação da economia brasileira.

    De acordo com Gisela Schulzinger, Presidente da ABRE, o estudo é um balizador para o mercado de embalagem. “Nosso objetivo é oferecer ao setor um termômetro do segmento e indicar um norte para ações da indústria”, comenta. “Estamos presenciando o aumento do consumo das famílias e o aumento da confiança em relação ao país sendo, portanto, um importante momento para buscar novas oportunidades. O período de crise que vivemos até o ano passado também deixou um legado positivo que se traduz em novos aprendizados como mais eficiência operacional, a busca por desenvolver novas funcionalidades e a exploração de nichos do mercado que entreguem maior valor para o consumidor”, destaca Gisela.

    As principais indústrias de bens de consumo também apresentaram crescimento o que reflete a recuperação, ainda que lenta, da economia do país.





    Fonte: ABRE
     




  • 12/06/2017 11:09:04

    Segurança do EPS para o contato com alimentos


    O Relatório Técnico, desenvolvido pelo Centro de Tecnologia de Embalagem – CETEA do Instituto de Tecnologia de Alimentos – ITAL, tem o objetivo de esclarecer e reforçar as informações acerca do EPS (no Brasil conhecido como Isopor?*), com foco em segurança de alimentos, para a população em geral e, principalmente, para os profissionais da área de saúde, tais como médicos (endocrinologistas, pediatras etc), toxicologistas, nutricionistas e nutrólogos.

    O estudo solicitado pelo Comitê de EPS da Plastivida ao Cetea/Ital reúne embasamento técnico que abrange, desde a estrutura da matéria-prima, os processos para a fabricação de embalagens, as propriedades das embalagens, o efeito da temperatura sobre o produto (quente ou frio), as legislações vigentes no Brasil, Mercosul, Estados Unidos e União Europeia, incluindo também questões  ambientais.

    O relatório ressalta as propriedades e características das embalagens de EPS, tais como leveza, versatilidade, o fato de não serem abrasivas e de apresentarem excelente capacidade de isolamento térmico e resistência ao impacto, o que promove benefícios como a proteção, a preservação da qualidade e a maior durabilidade dos produtos embalados.

    Observou que, por suas características físicas e químicas, o EPS traz benefícios quando aplicado ao segmento de produtos farmacêuticos, médico-veterinários e vacinas, além de alimentos, contribuindo para a proteção física dos medicamentos e produtos embalados e para redução de custos.

    O documento reafirma que o EPS é inerte, extremamente leve , não contém CFC e HCFC, não contamina a água, ar e solo, não causa danos à camada de ozônio e nem contribui para formação de gases do efeito estufa na disposição final.

    Segurança de alimentos – O trabalho do CETEA/ ITAL relata que a aprovação de todos os materiais, inclusive os plásticos, para contato com alimentos é feita com base na avaliação do risco da substância e da exposição da população a ela. A segurança de cada substância é garantida pela sua presença em Listas Positivas, uma vez que, para estar listada, a substância já foi avaliada e considerada segura do ponto de vista toxicológico. No Brasil, o tema é regulamentado pela ANVISA por meio das Resoluções 105/99, RDC 56/2012 e RDC 17/2008 harmonizada para o Mercosul e, em linha com as diretrizes internacionais para o setor.

    Constatou-se que o EPS é seguro e, portanto, autorizado para o uso em contato direto com alimentos pelas legislações específicas do Brasil, Mercosul, União Europeia e Estados Unidos e consta nas Listas Positivas geradas por esses órgãos, desenvolvidas a partir de estudos científicos e toxicológicos, garantindo assim a segurança à saúde humana.

    O relatório explica a importância dos dados sobre o potencial de migração de substâncias químicas dos materiais de embalagem para alimentos e bebidas. Ensaios de migração simulam as condições de contato, por exemplo, o uso com bebidas quentes, geladas, alcoólicas, produtos refrigerados e produtos gordurosos, e assim confirmam a adequação e segurança da aplicação. O trabalho esclarece, inclusive, o efeito da temperatura no potencial de migração, em situações de aquecimento em forno de micro-ondas e o congelamento de alimentos para comentar sobre a segurança do EPS. Desta forma, conclui que artigos de EPS que atendem aos requisitos da legislação não oferecem qualquer risco para aplicações em contato com alimentos.

    Questões ambientais – Por fim, o relatório contempla a contribuição do EPS para o meio ambiente. Isso porque o produto propicia a redução de perdas de alimentos, promove a conservação e contribui no transporte de vacinas e de produtos farmacêuticos e médico hospitalares e a proteção de bens duráveis como eletrodomésticos e eletroeletrônicos, a redução de emissões de CO2 no transporte, em função da leveza, entre outras. O trabalho conclui que esses pontos se traduzem em economia e na minimização dos impactos ambientais associados a essas cadeias produtivas.

    O estudo também comenta aspectos ambientais da destinação do EPS pós-consumo que, por ser um plástico 100% reciclável, deve ser descartado corretamente pelos consumidores e destinado à reciclagem para voltar à condição de matéria-prima para novos ciclos produtivos, evitando assim as emissões e os consumos relativos ao processo de extração e beneficiamento dos recursos naturais e da produção do material para um novo uso.

    A Engenheira de Alimentos, Mestre em Tecnologia de Alimentos na área de concentração de Embalagem e especialista em embalagens plásticas, Eloísa Elena Corrêa Garcia, uma das responsáveis técnicas pelo relatório, afirma que esse documento é um retrato sobre o EPS que vai além da questão sobre o contato com o alimento. “O estudo realizado mostra características e vantagens do produto que beneficiam o meio ambiente, a economia e o bem-estar das pessoas, o que o categoriza como um produto muito importante para a sociedade ”, comenta.

     Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, afirma que esse estudo é de fundamental importância para desmistificar uma série de questões e atestar a segurança do material. “Este é o Estudo mais completo que já se fez no Brasil sobre o EPS e as temáticas propostas. Decidimos realizá-lo porque somente por meio da informação científica que a sociedade pode estabelecer critérios realmente confiáveis na escolha do melhor produto para seu cotidiano e é esse o trabalho que fazemos, na disseminação de informações fundamentais para que os plásticos possam ser consumidos e descartados da melhor maneira”, completa o executivo.

     

    Fonte: Revista Embalagem & Tecnologia

     




  • 16/03/2017 10:38:16

    Estudo da ABRE mostra o desempenho do setor


    A indústria brasileira de embalagem produziu o equivalente a R$ 64,3 bilhões em 2016 e obteve uma retração de 4,20% no volume físico de produção. Os dados são do Estudo Macroeconômico da Embalagem ABRE, sob a chancela do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV), divulgado no final de fevereiro.

    Este ano, o estudo prevê melhores expectativas a partir do segundo semestre, gerando um tímido, porém importante, crescimento de 0,6% até dezembro. “O ano de 2016 foi de grandes oscilações, devido à crise politica e econômica que afetou não só a confiança dos empresários, como também a dos consumidores, mas ao que tudo indica o pior já passou. A indústria de embalagens, por atender em maior volume o setor de bens de consumo não duráveis, prevê a sua retomada antes de outros setores como o de bens duráveis ou automóveis”, afirma Luciana Pellegrino, diretora executiva da ABRE.

    Atender à indústria de bens de consumo não duráveis faz com que a indústria de embalagens sofra menos oscilações que as demais, o que acaba gerando uma determinada estabilidade, porém depende muito do consumo para que haja um crescimento relevante. No terceiro trimestre de 2016, o mercado conseguiu conquistar uma pequena recuperação, porém o fim de ano foi tão decepcionante, que a melhora acabou não se sustentando, o que gerou uma nova queda.

    “Apesar de o mercado estar em ritmo lento, o consumidor brasileiro amadureceu o seu padrão de consumo ao longo das últimas décadas e tornou-se mais exigente. E a demanda por produtos e embalagens com maior funcionalidade, incluindo conveniência, portabilidade ou mesmo eficiência no uso e consumo dos produtos, não esmaece num momento de retração econômica, fazendo com que a indústria nacional continue focando em novos desenvolvimentos para atender o mercado. E ao mesmo tempo, buscando aplicar novos recursos tecnológicos para agregar competitividade ao processo produtivo e oferecer produtos mais acessíveis ao momento econômico do país,” completa Luciana.

    O Estudo aborda também os números de importações e exportações, índices de confiança da indústria e do consumidor, além do consumo das famílias.  Com volume total de US$ 491,53, as exportações tiveram um pequeno acréscimo de 0,91%. Já as Importações ficaram na casa de US$ 491,038, com recuo de 23,91%, com retração em todas as classes de materiais.

     

     

    Fonte: ABRE




  • 10/10/2016 09:50:30

    Mapeamento da reciclagem de plásticos no Brasil


    Com o objetivo de mapear a indústria brasileira de reciclagem de plásticos, foi realizado levantamento inédito abrangendo, desde as cooperativas até os recicladores, além dos pontos de entrega voluntária de recicláveis (PEVs). O trabalho foi realizado pela FIA (Fundação Instituto de Administração), em todo o Brasil. Para tanto, foram contatadas mais de 4.700, entre PEV's, entidades e empresas. Dessas, 169 recicladoras industriais efetivamente responderam ao questionário. O objetivo foi verificar a estrutura das empresas, tempo de mercado, empregabilidade, faturamento, além dos tipos de plástico com que atuam e suas impressões sobre o mercado.

    A checagem revelou que se trata de uma indústria madura. De acordo com o levantamento, 75% delas têm mais de 11 anos de mercado, 14% têm entre 6 e 10 anos, 6% entre 4 e 5 anos e 4% até 3 anos. Do total, 34% são pequenas (faturamento de R$ 120 mil/ano a R$1,2 milhão/ano), 31% são médias (faturamento de R$1,2 milhão a 12 milhões/ano), 24% são microempresas (faturamento até 120 mil/ano), 6% são grandes empresas (faturamento acima de R$12 milhões/ano) e 2% são cooperativas. Em número de funcionários, 29% das empresas têm entre 21 e 50 pessoas, 23% acima de 50 colaboradores, 19% de 6 a 17 pessoas, 17% de 11 a 20 e 12% até cinco funcionários.

    Entre os tipos de plásticos reciclados, 63% das empresas entrevistadas atuam com vários tipos, 22% só reciclam Polietileno (PE), 8% somente Polietileno Tereftalato (PET), 5% apenas Polipropileno (PP) e 2% só reciclam Poliestireno (PS). Das empresas entrevistadas, 3% fazem exclusivamente a moagem, 63,3% delas fazem a granulação (pelletização) dos recicláveis, e 33% chegam à fase de reprocessamento e transformação.

    Sobre a origem do material a ser reciclado, parte vem de cooperativas (28% em número de empresas e 48% do volume), parte do comércio atacadista (16% em número de empresas e 9% do volume) e parte industrial (41% em número de empresas e 36% do volume). Esse material é comprado 44% com várias apresentações, 16% sujo e prensado, 11% limpo e solto, 11% moído, 10% limpo e prensado e 8% sujo e solto.

    Os empresários entrevistados avaliaram o mercado em 2014. 66% acreditam que o mercado piorou em relação ao ano anterior, 16% acreditam que está estável e 18% apontaram que melhorou. Também se manifestaram sobre o preço do material reciclado em 2014. 65% dos entrevistados disseram que o preço foi reduzido, 25% declararam estável e 10% que o preço aumentou. Diante desse cenário, 71% dos entrevistados declararam que não planejaram investimentos para 2015/2016 e 29% disseram que sim, investiriam nos anos de 2015/2016.

    Apesar da intenção de investimento parecer pequena, está acima da média da indústria brasileira. Segundo o professor Leandro Fraga, coordenador desta pesquisa, o número é significativo, uma vez que à mesma época, a média de intenção da indústria nacional em investir ficava abaixo deste patamar, ao redor de 19%, segundo o especialista. "Trata-se de uma cadeia produtiva que se desenvolve com seus próprios recursos e poderia fazer ainda mais se contasse com apoio público ou privado", disse.

    Mapeamento dos pontos de entrega de recicláveis - O trabalho de pesquisa da FIA foi realizado em duas frentes. Além da pesquisa sobre a reciclagem do plástico, foi feito o mapeamento georreferenciado dos PEVs (Pontos de Entrega Voluntária). Foram cadastrados 1.936 pontos, em 61 cidades de 20 estados brasileiros, que podem ser acessados via aplicativo ou pela internet.

    O APP "Reciclagem de Plásticos" permite ao usuário acessar rapidamente o endereço do PEV mais próximo de sua casa ou estabelecimento comercial. As buscas pelo PEV ou por cooperativas podem ser feitas por meio do CEP, nome de rua e, no caso dos aplicativos para celular, por georreferenciamento automático, quando o aparelho possuir essa função.

    Ao clicar no ícone do símbolo da reciclagem, o usuário acessará um box com o nome e endereço do posto, além de informações como os materiais plásticos recolhidos naquela unidade: PET, PEAD, PVC, PEBD, PP, PS e outros tipos de materiais como aqueles procedentes de produtos como CDs e DVDs, carcaças de eletrodomésticos, carcaças de computadores e eletroeletrônicos em geral, autopeças etc.

    Os dados podem ser acessados gratuitamente pelo APP "Reciclagem de Plásticos", que está disponível para download aos usuários de smartphones com sistema iOS e Android, ou via internet: www.reciclagemdeplastico.org.br

    Tanto o mapeamento de PEVs, quanto o levantamento sobre a indústria de reciclagem fazem parte das ações do Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), que tem como um de seus pilares difundir as vantagens do plástico com intuito de mostrar à sociedade de soluções que esse material oferece para vida moderna.

     

     

    Fonte: Abiplast




  • 05/04/2016 09:58:14

    Plastivida cria Comitê para promover o EPS


    Com o intuito de promover as características, propriedades, benefícios, aplicações, além do uso responsável, descarte correto e reciclagem do EPS, popularmente conhecido pela marca Isopor, a Plastivida criou o Comitê de EPS.

    O Comitê abrange fabricantes de matéria-prima, transformadores e recicladores e é composto, até o momento, pelas empresas Copobras, Dart, Fibraform, Meiwa, Santa Luzia, Spumapac, Termotécnica e Videolar-Innova, que se encontram regularmente para definir ações de promoção, esclarecimentos e blindagem da imagem do produto.

    Tais ações vão desde o acompanhamento legislativo de projetos de lei, passando pelo relacionamento com a sociedade em eventos, palestras, workshops, feiras etc., até a ação com a imprensa, nacional e internacional, sempre evidenciando as qualidades do EPS em suas mais diversas aplicações e destacando a sua reciclabilidade.

    Segundo Miguel Bahiense, Presidente da Plastivida, somente a partir da divulgação de informações técnicas e corretas sobre o produto, suas características e os benefícios socioambientais que promove, é que a relação da sociedade com o EPS pode se tornar cada dia mais harmoniosa. “Quando as pessoas tomam conhecimento dos benefícios do EPS para o desenvolvimento e para o meio ambiente, assim como quando conhecem o processo de reciclagem desse produto, elas passam a evitar o desperdício, reutilizar e descartar corretamente”, afirma o executivo. E completa: “o engajamento das empresas a este Comitê é de suma importância para que esse trabalho ganhe cada vez mais abrangência”.

    O Comitê de EPS está aberto à participação de todas as empresas do segmento, para que juntos possam atuar no sentido de promover e defender o setor como um todo, levando aos diferentes atores da sociedade a clareza necessária sobre EPS.

     

     

    Fonte: Plastivida




  • 18/01/2016 10:33:43

    Plastivida - Nova Parceria em 2016


    Com mais de 20 anos de história, a Plastivida é uma instituição responsável pela integração da industria do plástico e a sociedade, tornando o ciclo desses produtos sustentável, a partir do consumo consciente e pela gestão do pós-consumo dos plásticos, contribuindo para a preservação do planeta.

    Pensando na mesma direção e nas futuras gerações, a Spumapac tem orgulho de anunciar que é a mais nova associada da Plastivida.

    www.plastivida.org.br




  • 24/08/2015 13:37:53

    Setor de embalagens registra primeira alta do ano


    Segundo estudo preliminar da FGV encomendado pela Abre (Associação Brasileira de Embalagem), a produção de embalagens no País cresceu 1% em junho deste ano, em relação ao mesmo período de 2014.

    Trata-se do primeiro resultado positivo da indústria no ano, após uma queda de 3,1% de janeiro a maio, em comparação com os mesmos cinco meses de 2014.

    "O segmento é um termômetro importante para os outros setores da indústria, principalmente o de bens de consumo não duráveis", afirma Luciana Pellegrino, diretora-executiva da Abre.

    A elevação é justificada pela reposição de estoques espaçada no varejo e pelo desempenho inferior no ano passado por causa do número menor de dias úteis em função da Copa do Mundo.

    As embalagens de celulose e de plástico tiveram o melhor desempenho neste primeiro semestre, enquanto as metálicas tiveram o pior, devido à venda maior de bebidas em junho do ano passado. No início do ano, a entidade estimava para 2015 uma retração de 0,5%. A divulgação da projeção revisada está prevista para este mês.

     

     

    Fonte: Folha de S. Paulo

     




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